Apesar de não ter cura, pessoas que sofrem de síndrome antifosfolipídeo podem controlar o problema com medicamentos que interferem na coagulação do sangue.
Afinal de contas, esta doença é auto-imune. O próprio organismo produz anticorpos que alteram substâncias compostas de fósforo e gordura presentes na membrana das células da placenta e nas plaquetas sanguíneas, responsáveis pela coagulação.
Os abortos repetidos são um dos problemas decorrentes da síndrome. A ação dos anticorpos provoca a inflamação da placenta que, por sua vez, se atrofia e descola do útero.
Outros incômodos são distúrbios cardíacos, alterações cerebrais, artrite e arroxeamento na pele nos membros inferiores.
Reumatologistas e imunologistas são os especialistas recomendados nestes casos. O diagnóstico é feito através de exames clínicos e o tratamento emprega medicamentos que impedem a coagulação do sangue. Vão desde aspirinas, que afinam o sangue, até anticoagulantes, nos casos mais graves.
Equipe Bem Star